Todos os artigos de em Manuel Martins

*Concerto de Ano Bom*

“Dei Laetitia” é uma expressão latina que quer dizer “Alegria de Deus”. O Chorum Dei Laetitia, de Alfena nasce de um sonho do Maestro Carlos Tavares em transmitir a beleza da arte através da música; teve a sua primeira exibição pública a 24 de Julho de 2015 nas festas de Nossa Senhora do Amparo em Alfena no Concelho de Valongo. O Concerto que teve a duração de uma hora deliciou os presentes com belas composições de músicos e artistas de renome desde o séc XVII à actualidade. Uma exibição de qualidade admirada por uma grande assistência que aplaudiu agradecida.

***Bodas de ouro***

Na Eucaristia da Festa do Baptismo do Senhor, às 11 h, na Cripta, celebraram as suas Bodas de Ouro matrimoniais o casal JAIME ADÉLIO MOURA PEREIRA E MARIA ADÍLIA ANDRADE LEITE PEREIRA. Parabéns pelo aniversário e que seja uma boa herança que deixe a seus filhos e netos.

* As Irmãs do Bom Pastor *

A Comunidade das Irmãs da Caridade do Bom Pastor, na Rua Vale Formoso está agora mais reduzida para as funções de Casa Provincial e Centro de Espiritualidade da Beata Irmã Maria Droste do Divino Coração. Na passada quinta feita tiveram o seu rito do Envio as Irmãs dedicadas à Formação. No Sábado serão Enviadas as Irmãs Contemplativas, por isso restam apenas as que a foto seguinte mostra:

* Os Primeiros dias do Ano *

A vida é uma espiral: não anda para trás, nem se repete, não pára, não recomeça! Por vezes dá a ilusão que anda para trás e se repete, pois as nossas celebrações em “círculo vicioso” são invariáveis; por vezes parece que pára quando o peso da dor ou da desilusão é grande; por vezes parece que recomeça quando terminamos uma etapa e iniciamos outra… mas não! Quer se queira quer se não queira desde que nascemos que vamos nesta espiral que vai subindo para Deus: por isso que seja uma espiral de amor e de caminho para a perfeição, não seja de violência, de pecado e de maldição. Seja uma vida em que nos deixamos guiar para Deus.

Olhando esta quadra festiva do Natal, a pausa de aulas para os mais novos, a oportunidade de uma “saída” para as famílias, a mesa de jantar mais composta, vemos e percebemos que “isso” é bom. Mas ver as igrejas com imensos lugares vazios, as celebrações do aniversário de Jesus, do ano novo e reis com tão poucos “fiéis”… Que pensar?