No sábado, dia 31 de Janeiro pelas 11 h, a nossa Igreja estava em festa com o casamento do RÚBEN BESSA BAPTISTA, 24 anos de idade, nascido a 22-10-2002, filho de Filipe André Barbosa Baptista e de Iva Humberta Bandeira Bessa, natural de Paranhos e residente na Rua Agra do Amial, em Paranhos e da TATIANA SOFIA GONÇALVES PEREIRA, 23 anos de idade, natural de Massarelos, nascida a 07-02-2003, filha de Ricardo Albino Vieira Pereira e de Sónia Alexandra Gonçalves Ferreira e residente na Rua do Neiva em Paranhos. A cerimónia foi muito bela e muito emotiva e com bom desempenho artístico e coral da Ana Maria e da Beatriz Tavares.
O Concerto Orante, na Igreja Matriz de Paranhos foi um momento alto de beleza e de música feita oração. A Igreja estava cheia de gente disposta a participar, A presença do Senhor D. Manuel Linda foi muito apreciada, bem como a de muitas pessoas que vieram de longe para esta tarde de cantar e rezar duas vezes. Parabéns a todos pelo empenho e certamente irão guardar muitas memórias de tudo o que sentiram e viveram.
Na Missa Paroquial das 11 horas, na Cripta, fez-se a entrega da Bíblia aos meninos e meninas do 4º ano. Eles marcaram uma bonita +presença, na participação litúrgica, com a entronização da Bíblia, as leituras, a colecta e um compromisso assumido com a Palavra de Deus.
Neste sábado 24 de Janeiro, a Província Portuguesa da Congregação da Missão adiantou o seu dia em virtude de o 25 de janeiro este ano ser Domingo. Por isso o convite foi ir a Lisboa celebrar a data na Comunidade da Luz que nos acolheu. Os nossos prezados Pedro e Vilarinho fizeram os seus votos perpétuos (entrada na Congregação). Foi no decorrer da Eucaristia presidida pelo Padre Visitador. Depois da foto oficial, tivemos o almoço gentilmente servido pelo Centro Social de São Tomás de Aquino e depois fomos de uber até à baixa, visitar a Igreja e a Casa de São Luís dos Franceses, nas Portas de Santo Antão.
O culto ao mártir S. Sebastião, um jovem soldado romano, tornou-se muito popular na tradição medieval e nos inícios da Idade Moderna. Estava ligado à procura de proteção contra a peste, que era invocada na liturgia como um dos três principais flagelos que atacavam os homens, a par da fome e da guerra. Natural da região de Milão, em Itália, Sebastião viajou para Roma e entrou para o exército quando tinha 19 anos. A fama de bom soldado, justo e bondoso rapidamente cresceu, tornando-se comandante do Primeiro Exército Pretoriano e estimado pelos Imperadores Diocleciano e Trácio Maximiano. Sebastião era Cristão, ajudava e confortava os cristãos que eram perseguidos a mando de Roma. Essa conduta valeu-lhe denuncias ao Imperador Diocleciano que, indignado, irado, sumariamente o julgou e condenou à morte, ordenando a execução através de flechas. Dado como morto, foi atirado a um rio. Mas Deus não abandona os seus servos e Sebastião resistiu, sobreviveu, sendo encontrado por uma viúva (Santa Irene) que cuidou das feridas dele. Recuperado, Sebastião voltou a apresentar-se ao Imperador Diocleciano, censurando-o e exortando-o a deixar de adorar os falsos deuses. Perplexo por ver Sebastião vivo e com a ousadia dele ordenou de novo aos guardas que o açoitassem até à morte, o que terá ocorrido a 20 de janeiro do ano 288. Mais tarde, no ano de 680, os restos mortais de Sebastião foram transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino. Na ocasião, a peste que assolava Roma terá desaparecido, o que fez com que o mártir passasse a ser venerado como protetor da humanidade, contra a peste, a fome e a guerra. A arte medieval encarregou-se de perpetuar a imagem do Santo mártir através da representação de um jovem atado a um tronco e sendo trespassado por flechas.