*3º Domingo do Tempo Comum, ano A*





O culto ao mártir S. Sebastião, um jovem soldado romano, tornou-se muito popular na tradição medieval e nos inícios da Idade Moderna. Estava ligado à procura de proteção contra a peste, que era invocada na liturgia como um dos três principais flagelos que atacavam os homens, a par da fome e da guerra. Natural da região de Milão, em Itália, Sebastião viajou para Roma e entrou para o exército quando tinha 19 anos. A fama de bom soldado, justo e bondoso rapidamente cresceu, tornando-se comandante do Primeiro Exército Pretoriano e estimado pelos Imperadores Diocleciano e Trácio Maximiano. Sebastião era Cristão, ajudava e confortava os cristãos que eram perseguidos a mando de Roma. Essa conduta valeu-lhe denuncias ao Imperador Diocleciano que, indignado, irado, sumariamente o julgou e condenou à morte, ordenando a execução através de flechas. Dado como morto, foi atirado a um rio. Mas Deus não abandona os seus servos e Sebastião resistiu, sobreviveu, sendo encontrado por uma viúva (Santa Irene) que cuidou das feridas dele. Recuperado, Sebastião voltou a apresentar-se ao Imperador Diocleciano, censurando-o e exortando-o a deixar de adorar os falsos deuses. Perplexo por ver Sebastião vivo e com a ousadia dele ordenou de novo aos guardas que o açoitassem até à morte, o que terá ocorrido a 20 de janeiro do ano 288. Mais tarde, no ano de 680, os restos mortais de Sebastião foram transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino. Na ocasião, a peste que assolava Roma terá desaparecido, o que fez com que o mártir passasse a ser venerado como protetor da humanidade, contra a peste, a fome e a guerra. A arte medieval encarregou-se de perpetuar a imagem do Santo mártir através da representação de um jovem atado a um tronco e sendo trespassado por flechas.

Aos pés de Maria, no estudo e na alegria, é mais fácil construir, com emoção e bonomia.



No dia do Baptismo do Senhor, a encerrar as Festas Natalícias, o Grupo de Casais reuniu-se para o Chá das Cinco, no Centro de Convívio. Antes e depois visionaram-se vídeos de actividades ocorridas no velhinho Pavilhão (que já não existe), nos anos de 1994 e 1995. Foi bonito de ver como tudo mudou desde há trinta anos e foi bom voltar a ver tantos que já estão na Casa do Pai e tantas crianças e jovens, hoje homens e mulheres de 40 e 50 anos.



Neste dia 10 de Janeiro, o nosso Agrupamento 1104 reiniciou as suas actividades com um dia bem preenchido, a animação da Missa Vespertina, a Eucaristia do Agrupamento e o jantar de reis no Centro de Convívio. Registamos o regresso do Chefe Bento que terminou as suas funções como Chefe Regional da Diocese do Porto, enquanto é Candidato a Chefe Nacional nas eleições de 19 de Abril próximo.


Cantares das Janeiras em Paranhos, Grupo da Trofa


Na tarde do Domingo de Reis, 4 de Janeiro de 2026 cantaram-se louvores ao Menino e sua Mãe na Igreja de Paranhos. Foi uma iniciativa do Rancho Folclórico de Paranhos com a participação dos Grupos de Silvade-Espinho e Trofa.